{"id":9114,"date":"2014-12-04T09:21:10","date_gmt":"2014-12-04T11:21:10","guid":{"rendered":"https:\/\/forumjustica.vlannetwork.com\/?p=9114"},"modified":"2022-09-04T21:15:46","modified_gmt":"2022-09-05T00:15:46","slug":"15-defensoras-de-direitos-humanos-sao-homenageadas-nos-15-anos-da-justica-global","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/15-defensoras-de-direitos-humanos-sao-homenageadas-nos-15-anos-da-justica-global\/","title":{"rendered":"15 defensoras de Direitos Humanos s\u00e3o homenageadas nos 15 anos da Justi\u00e7a Global"},"content":{"rendered":"<p style=\"color: #222222;\">\n<p style=\"color: #222222;\"><i>&#8211; Causas ind\u00edgena, quilombola, prisional e LGBT, entre outras, estar\u00e3o representadas<br \/>\n&#8211; Evento ocorre nesta quinta-feira, \u00e0s 18 horas, no Centro do Rio<\/i><\/p>\n<p>Por ocasi\u00e3o da comemora\u00e7\u00e3o dos seus 15 anos, a Justi\u00e7a Global convida seus parceirxs para participar de uma cerim\u00f4nia de homenagem \u00e0\u00a0 11 Defensoras de Direitos Humanos que est\u00e3o na linha de frente no Brasil. A homenagem tem como objetivo destacar o protagonismo das mulheres na defesa e promo\u00e7\u00e3o dos direitos humanos no Brasil e dar visibilidade a gravidade da situa\u00e7\u00e3o em que se encontra uma s\u00e9rie de lutadoras sociais que est\u00e3o com suas vidas em risco e s\u00e3o criminalizadas por defenderem direitos.<\/p>\n<p>As v\u00e1rias pautas que elas defendem refletem tamb\u00e9m o trabalho da Justi\u00e7a Global: o exterm\u00ednio da popula\u00e7\u00e3o negra, a quest\u00e3o carcer\u00e1ria, a luta de ind\u00edgenas e quilombolas por demarca\u00e7\u00e3o de terras, as reforma agr\u00e1ria e urbana, a desmilitariza\u00e7\u00e3o daspol\u00edcias e o direito LGBT, entre outras.<\/p>\n<p>As defensoras enfrentam viola\u00e7\u00f5es espec\u00edficas relacionadas ao g\u00eanero e desafiam normas culturais, religiosas e sociais relacionadas a uma vis\u00e3o conservadora e discriminat\u00f3ria do papel das mulheres na sociedade.\u00a0 Como resultado s\u00e3o amea\u00e7adas, difamadas, criminalizadas, marginalizadas e frequentemente sofrem viola\u00e7\u00f5es que v\u00e3o desde ataques verbais at\u00e9 a viol\u00eancia sexual e assassinatos.<\/p>\n<p>Apesar dos riscos e press\u00f5es,\u00a0as defensoras tem um papel hist\u00f3rico na luta pelos direitos humanos e nos processos de resist\u00eancia. \u00c9 esse reconhecimento que a Justi\u00e7a Global quer destacar ao completar 15 anos de caminhada, todos eles com e ao lado de mulheres que cotidianamente fazem a luta pelos direitos humanos.<br \/>\n<b><br \/>\nVeja abaixo a lista com minibiografias das homenageadas.<\/b><\/p>\n<p>15 anos Justi\u00e7a Global &#8211; &#8220;<b>Homenagem \u00e0s defensoras que constroem a luta por direitos<\/b>&#8220;, \u00e0s 18 horas, no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Munic\u00edpio do Rio de Janeiro. Rua Evaristo da Veiga 16, 17\u00b0 andar, Cinel\u00e2ndia, Centro do Rio<\/p>\n<p>CONHE\u00c7A AS HOMENAGEADAS:<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">1) Maria Joel Dias da Costa \u00e9 Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondon do Par\u00e1. Dona Joelma, como \u00e9 conhecida, assumiu a luta de seu marido, Jos\u00e9 Dutra da Costa, Dezinho, que foi assassinado na porta de casa, por lutar contra latifundi\u00e1rios no sul do Par\u00e1. J\u00e1 sofreu v\u00e1rios atentados e \u00e9 amea\u00e7ada, vivendo sob prote\u00e7\u00e3o policial. Teve que se afastar por um per\u00edodo de Rondon do Par\u00e1 e tornou-se Coordenadora regional da FETAGRI nesse mesmo estado. Esse ano, em decis\u00e3o hist\u00f3rica, um J\u00fari Popular realizado em Bel\u00e9m responsabilizou o fazendeiro D\u00e9cio Jos\u00e9 Barroso Nunes, o Dels\u00e3o, pela morte de Dezinho. Ap\u00f3s o J\u00fari, e de volta \u00e0 Rondon, Dona Joelma reassumiu a Presid\u00eancia do Sindicato, que havia ocupado dois anos ap\u00f3s a morte de Dezinho.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">2) Margarida Tenharin pertence ao povo Tenharin, que tem hoje uma popula\u00e7\u00e3o de aproximadamente mil ind\u00edgenas, na Terra Ind\u00edgena Marmelos, localizada no Munic\u00edpio de Humait\u00e1\/Manicor\u00e9, ao sul do Amazonas. Desde 2011, os Tenharin denunciam a a\u00e7\u00e3o ilegal de madeireiros na regi\u00e3o. A partir de dezembro do ano passado, quando tr\u00eas n\u00e3o-ind\u00edgenas desapareceram na Rodovia Transamaz\u00f4nica e depois foram encontrados enterrados no territ\u00f3rio Tenharin, os ind\u00edgenas t\u00eam vivido um grave processo de criminaliza\u00e7\u00e3o e persegui\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, com a pris\u00e3o de seus principais l\u00edderes. Margarida destaca-se como uma guerreira de fibra, e v\u00eam denunciado as arbitrariedades que seu povo tem sofrido. N\u00e3o \u00e9 de hoje: j\u00e1 em junho de 2013 ela havia relatado \u00e0 Comiss\u00e3o Nacional da Verdade as barb\u00e1ries que foram praticadas contra os Tenharin durante a ditadura civil-militar, com a abertura da mesma Rodovia Transamaz\u00f4nica, que cortou seu territ\u00f3rio ao meio e deixou um rastro de destrui\u00e7\u00e3o. Margarida Tenharin \u00e9 uma importante lideran\u00e7a e grande conhecedora das tradi\u00e7\u00f5es, o que \u00e9 fundamental para o fortalecimento dos Tenharin em sua resist\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">3) D\u00e9bora Silva \u00e9 do Movimento M\u00e3es de Maio de S\u00e3o Paulo. D\u00e9bora se uniu a outras m\u00e3es e familiares para cobrar do Estado uma resposta pela s\u00e9rie de assassinatos que ocorreram em S\u00e3o Paulo em 2006, quando grupos de exterm\u00ednio compostos por policiais mataram 562 pessoas no epis\u00f3dio que ficou conhecido como os \u201cCrimes de Maio\u201d. Dentre as bandeiras de D\u00e9bora e do movimento, est\u00e3o as lutas pela desmilitariza\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a p\u00fablica, pela repara\u00e7\u00e3o para os familiares de v\u00edtimas de viol\u00eancia institucional e pelo fim dos chamados autos de resist\u00eancia. Sua for\u00e7a \u00e9 reconhecida por movimentos de familiares em todo o pa\u00eds, inspirando a\u00e7\u00f5es de resist\u00eancia e de den\u00fancias de viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos, especialmente em regi\u00f5es de favelas e periferias dos grandes centros urbanos brasileiros.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">4) Deize Carvalho \u00e9 militante da Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Viol\u00eancia do Rio de Janeiro. Deise inicia sua trajet\u00f3ria de defensora com a morte de seu filho, Andreu, barbaramente torturado numa unidade do DEGASE (Departamento Geral de A\u00e7\u00f5es S\u00f3cio-Educativas), em 1\u00ba de Janeiro de 2008. Transformou sua dor em luta, passando a militar na Rede de Comunidades e Movimentos contra a Viol\u00eancia e tamb\u00e9m no Morro do Cantagalo, onde vive. Al\u00e9m de buscar justi\u00e7a no caso de seu filho, colabora nas den\u00fancias de abusos e arbitrariedades cometidas por policiais da Unidade de Pol\u00edcia Pacificadora e \u00e9 uma refer\u00eancia na defesa pelos direitos de crian\u00e7as e jovens.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">5) Andr\u00e9ia Beatriz dos Santos \u00e9 m\u00e9dica da Secretaria de Sa\u00fade do Estado da Bahia, atuando no sistema prisional baiano. \u00c9 coordenadora da organiza\u00e7\u00e3o Quilombo Xis \u2013 A\u00e7\u00e3o Cultural Comunit\u00e1ria, que realiza a\u00e7\u00f5es voltadas para mulheres e homens em situa\u00e7\u00e3o de pris\u00e3o e seus familiares, com enfoque e intersec\u00e7\u00e3o entre racismo, g\u00eaneros, cultura, sa\u00fade, cidadania e direitos da pessoa em comunidades da periferia de Salvador e no interior do sistema prisional baiano. Al\u00e9m disso, \u00e9 articuladora da Campanha Reaja ou Ser\u00e1 Morta, Reaja ou Ser\u00e1 Morto, uma campanha nacional de car\u00e1ter internacional contra o genoc\u00eddio do povo negro. Em decorr\u00eancia de sua milit\u00e2ncia Andrea e suas companheiras e companheiros de milit\u00e2ncia t\u00eam sofrido constantes amea\u00e7as da Pol\u00edcia e de outros agentes do Estado, mas continuam firmes em sua luta.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">6) Daize Meneses de Souza \u00e9 uma lideran\u00e7a da Associa\u00e7\u00e3o de Homens e Mulheres do Mar (AHOMAR) de Mag\u00e9, Rio de Janeiro. Daize e seu companheiro, Alexandre Anderson, t\u00eam sido repetidamente amea\u00e7ados de morte em decorr\u00eancia de sua milit\u00e2ncia como ativistas ambientais contra a a\u00e7\u00e3o da Petrobras na Baia de Guanabara, que tem afetado e impedido a pesca artesanal na regi\u00e3o. Por conta disso, est\u00e3o inseridos desde 2009 no Programa Nacional de Prote\u00e7\u00e3o dos Defensores de Direitos Humanos. Daize tornou-se uma importante refer\u00eancia para as mulheres na Ba\u00eda de Guanabara, incans\u00e1vel em sua luta pelos direitos humanos.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">7) Indianara Siqueira \u00e9 Presidente do Grupo Transrevolu\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro. Indianara iniciou seu ativismo no campo de defesa dos Direitos Humanos nos anos 90, enquanto presidente fundadora do Grupo Filad\u00e9lfia, cujo foco de atua\u00e7\u00e3o era na defesa dos direitos das pessoas trans e das prostitutas. Defende a regulamenta\u00e7\u00e3o da prostitui\u00e7\u00e3o como trabalho, e tornou-se refer\u00eancia para diferentes coletivos LGBTT e transfeministas. \u00c9 tamb\u00e9m assessora parlamentar do Deputado Federal Jean Wyllys. Dentre suas a\u00e7\u00f5es mais recentes \u00e9 poss\u00edvel destacar o protagonismo durante as manifesta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas das prostitutas de Niter\u00f3i, iniciadas a partir da resist\u00eancia \u00e0s viola\u00e7\u00f5es cometidas pela Pol\u00edcia Militar em opera\u00e7\u00f5es no chamado \u201cPr\u00e9dio da Caixa&#8221;, iniciadas em abril.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">8) Cec\u00edlia Coimbra \u00e9 psic\u00f3loga, historiadora e professora adjunta aposentada na Universidade Federal Fluminense, tendo sido militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Durante sua gradua\u00e7\u00e3o em Psicologia, foi presa no DOI-CODI\/RJ, em 1970, no Rio de Janeiro, chegando a ser torturada muitas vezes. \u00c9 uma das fundadoras do Grupo Tortura Nunca Mais\/RJ (GTNM\/RJ), que existe desde 1985 por iniciativa de ex-presos pol\u00edticos que, como Cec\u00edlia, viveram situa\u00e7\u00f5es de brutais viola\u00e7\u00f5es durante a ditadura civil-empresarial-militar, e por familiares de mortos e desaparecidos da \u00e9poca. O grupo se tornou uma refer\u00eancia importante no cen\u00e1rio nacional na luta pelos direitos humanos, pelo esclarecimento das circunst\u00e2ncias de morte e desaparecimento de militantes pol\u00edticos e pelo afastamento imediato de cargos p\u00fablicos das pessoas envolvidas com torturas, entre outros. Atualmente, Cec\u00edlia \u00e9 vice-presidente do Grupo Tortura Nunca Mais. Em 1979, com o intuito de realizar alguma interven\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o do psic\u00f3logo, tornou-se professora do Departamento de Psicologia da UFF. Foi conselheira do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (2004 a 2008) e a primeira coordenadora da Comiss\u00e3o Nacional de Direitos Humanos do CFP, em 1997. Integra o Conselho da Justi\u00e7a Global desde a sua funda\u00e7\u00e3o, sendo parte importante dessa caminhada.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">9) Evane Lopes \u00e9 uma lideran\u00e7a quilombola do munic\u00edpio de Paracatu, em Minas Gerais. Foi presidente da Associa\u00e7\u00e3o Quilombola de S\u00e3o Domingos, e sua trajet\u00f3ria de luta volta-se principalmente para a regulariza\u00e7\u00e3o das terras desta e das demais comunidades quilombolas existentes na localidade e contra as viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos praticadas pela mineradora que atua na regi\u00e3o. Os atentados contra a vida de Evane levaram-na a ingressar no Programa de Prote\u00e7\u00e3o aos Defensores de Direitos Humanos do Estado de Minas Gerais, e a retirar-se junto com sua fam\u00edlia de sua cidade natal.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">10) Maria de Lourdes Lopes, conhecida como Lurdinha, \u00e9 coordenadora nacional do Movimento Nacional de Luta pela Moradia, vivendo no Rio de janeiro. O movimento se organiza em trezes estados e tem a &#8220;reforma urbana sob controle dos trabalhadores e trabalhadoras&#8221; como sua bandeira central, com centralidade na ocupa\u00e7\u00e3o como instrumento de organiza\u00e7\u00e3o e press\u00e3o, assim como o cooperativismo como forma de organizar que caminha no sentido da construir novas formas de rela\u00e7\u00e3o social. A ocupa\u00e7\u00e3o Manoel Congo,\u00a0 vizinha da C\u00e2mara Municipal do Rio de Janeiro, \u00e9 um dos grandes s\u00edmbolos da luta pela reforma urbana.\u00a0 O edif\u00edcio de 10 andares, que permaneceu fechado e sem uso por cerca de 15 anos sob a propriedade do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), foi ocupado em 2007 pelo Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM).<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">11) Andressa Caldas, nos anos 90, iniciou sua milit\u00e2ncia junto \u00e0 Comiss\u00e3o Pastoral da Terra e Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares (RENAP) no estado do Paran\u00e1, onde formou-se em Direito. Em 2001, passou a integrar a Coordena\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a Global em parceria com Sandra Carvalho e James Cavallaro e esteve \u00e0 frente da Dire\u00e7\u00e3o Executiva da organiza\u00e7\u00e3o por v\u00e1rios anos. Viveu momentos dif\u00edceis, como o do assassinato do advogado e amigo Manoel Mattos, em janeiro de 2009. Participou ativamente do processo de deslocamento do incidente de compet\u00eancia das investiga\u00e7\u00f5es desse assassinato, que acabou tornando-se o primeiro caso de federaliza\u00e7\u00e3o de um crime contra os direitos humanos do Brasil. Esse \u00e9 um dos in\u00fameros casos em que tem atuado, destacando-se na milit\u00e2ncia por terra e territ\u00f3rio e pelos direitos de popula\u00e7\u00f5es tradicionais, como no emblem\u00e1tico caso de Belo Monte. Andressa foi e sempre ser\u00e1 parte muito importante na hist\u00f3ria da Justi\u00e7a Global.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">12) Paula M\u00e1iran, jornalista com passagem nas reda\u00e7\u00f5es dos jornais O Dia, Extra e Jornal do Brasil, se destacou na produ\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias que pautavam os direitos humanos, tornando-se uma refer\u00eancia para organiza\u00e7\u00f5es de direitos humanos e movimentos sociais, o que a levou a se tornar assessora do Deputado Estadual Marcelo Freixo quando este assumiu a Presid\u00eancia da Comiss\u00e3o de Direitos Humanos da ALERJ. Paula assumiu a Presid\u00eancia do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro em agosto de 2013 e sua gest\u00e3o tem se destacado pela den\u00fancia de viola\u00e7\u00f5es de direitos de jornalistas, inclusive junto Sistema Interamericano de Direitos Humanos da OEA.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">13) Marta Falqueto \u00e9 Coordenadora do Programa de Prote\u00e7\u00e3o dos Defensores de Direitos Humanos do Esp\u00edrito Santo. Uma das fundadoras do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), Marta participou ativamente na luta contra o crime organizado no Esp\u00edrito Santo no in\u00edcio dos anos 90. Uma das mais atuantes militantes de Direitos Humanos, luta em diversas frentes, dentre as quais destacamos a milit\u00e2ncia contra o encarceramento em massa, os direitos dos povos ind\u00edgenas e quilombolas e na prote\u00e7\u00e3o dos defensores de direitos humanos de seu estado.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">14) Nair \u00c1vila dos Anjos, Dona Nair, como \u00e9 conhecida, \u00e9 m\u00e3e do advogado\u00a0 de direitos Humanos Manoel Mattos, assassinado na divisa entre Pernambuco e Para\u00edba em 24 de janeiro de 2009. Dona Nair transformou sua dor em luta e vem buscando cotidianamente a responsabiliza\u00e7\u00e3o daqueles que tiraram a vida de seu filho, na certeza que essa responsabiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 uma continuidade de sua milit\u00e2ncia, j\u00e1 que ela se posiciona contra a a\u00e7\u00e3o de redes criminosas naquela regi\u00e3o. Ap\u00f3s a morte de Manoel, passou a sofrer amea\u00e7as de morte e hoje se encontra inclu\u00edda no Programa de Prote\u00e7\u00e3o dos Defensores de Direitos Humanos de Pernambuco. Dona Nair segue firme na busca de justi\u00e7a e na defesa dos direitos humanos.<\/p>\n<p style=\"color: #222222;\">15) Haver\u00e1 mais uma defensora que receber\u00e1 uma homenagem surpresa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8211; Causas ind\u00edgena, quilombola, prisional e LGBT, entre outras, estar\u00e3o representadas &#8211; Evento ocorre nesta quinta-feira, \u00e0s 18 horas, no Centro do Rio Por ocasi\u00e3o da comemora\u00e7\u00e3o dos seus 15 anos, a Justi\u00e7a Global convida seus parceirxs para participar de uma cerim\u00f4nia de homenagem \u00e0\u00a0 11 Defensoras de Direitos Humanos que est\u00e3o na linha de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"anos":[],"projetos":[],"autorias":[],"eixos_tematicos":[],"locais":[],"pessoas":[],"estado":[],"academia":[],"sociedade_civil":[],"class_list":["post-9114","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9114","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9114"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9114\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17184,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9114\/revisions\/17184"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9114"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9114"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9114"},{"taxonomy":"anos","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/anos?post=9114"},{"taxonomy":"projetos","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/projetos?post=9114"},{"taxonomy":"autorias","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/autorias?post=9114"},{"taxonomy":"eixos_tematicos","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/eixos_tematicos?post=9114"},{"taxonomy":"locais","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/locais?post=9114"},{"taxonomy":"pessoas","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pessoas?post=9114"},{"taxonomy":"estado","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/estado?post=9114"},{"taxonomy":"academia","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/academia?post=9114"},{"taxonomy":"sociedade_civil","embeddable":true,"href":"https:\/\/forumjustica.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/sociedade_civil?post=9114"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}