{"id":7995,"date":"2014-03-14T09:06:47","date_gmt":"2014-03-14T11:06:47","guid":{"rendered":"https:\/\/forumjustica.vlannetwork.com\/?p=7995"},"modified":"2022-09-04T21:15:50","modified_gmt":"2022-09-05T00:15:50","slug":"mulheres-denunciam-violencia-obstetrica-saiba-se-voce-foi-vitima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/forumjustica.com.br\/es\/mulheres-denunciam-violencia-obstetrica-saiba-se-voce-foi-vitima\/","title":{"rendered":"Mulheres denunciam viol\u00eancia obst\u00e9trica; saiba se voc\u00ea foi v\u00edtima"},"content":{"rendered":"<div><a href=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/\"><img decoding=\"async\" title=\"Portal Geled\u00e9s\" src=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/templates\/portal_geledes\/images\/logo-portal-geledes.jpg\" border=\"0\" alt=\"Portal Geled\u00e9s\" \/><\/a><\/div>\n<div>\n<dl>\n<dd>Categoria:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/areas-de-atuacao\/questoes-de-genero\/265-generos-em-noticias\">G\u00eaneros em Not\u00edcias<\/a><\/dd>\n<dd>Publicado em Quinta, 13 Mar\u00e7o 2014<\/dd>\n<\/dl>\n<div><a><\/a><a><\/a><a><\/a><a title=\"E-mail\" href=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/areas-de-atuacao\/questoes-de-genero\/265-generos-em-noticias\/23786-mulheres-denunciam-violencia-obstetrica-saiba-se-voce-foi-vitima#\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Share on email<\/a><a href=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/areas-de-atuacao\/questoes-de-genero\/265-generos-em-noticias\/23786-mulheres-denunciam-violencia-obstetrica-saiba-se-voce-foi-vitima#facebook_comments\">Coment\u00e1rios do Facebook (\u00a02\u00a0)<\/a><\/div>\n<p>POR GIOVANNA BALOGH<\/p>\n<div>\n<p>Mulheres s\u00e3o diariamente v\u00edtimas da chamada viol\u00eancia obst\u00e9trica em consult\u00f3rios e hospitais das redes p\u00fablica e privada de sa\u00fade. Muitas parturientes n\u00e3o sabem dos seus direitos no pr\u00e9-natal, na hora do parto e no p\u00f3s-parto e constantemente sofrem com agress\u00f5es f\u00edsicas ou emocionais por parte dos profissionais de sa\u00fade.<\/p>\n<p>\u00c9 considerada viol\u00eancia obst\u00e9trica desde a enfermeira que pede para a mulher n\u00e3o gritar na hora do parto normal at\u00e9 o m\u00e9dico que faz uma episiotomia indiscriminada \u2013 o corte entre o \u00e2nus e a vagina para facilitar a sa\u00edda do beb\u00ea . Apesar de a OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade) determinar crit\u00e9rios e cautela para a ado\u00e7\u00e3o do procedimento, m\u00e9dicos fazem a pr\u00e1tica de maneira rotineira. A obstetriz Ana Cristina Duarte, do Gama (Grupo de Maternidade Ativa), estima que entre 80% a 90% das brasileiras s\u00e3o cortadas durante o parto normal. \u201cSabemos que h\u00e1 evid\u00eancias de que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio mais cortar as mulheres. As mulheres s\u00e3o cortadas sem o consentimento delas e isso \u00e9 uma viol\u00eancia obst\u00e9trica\u201d, comenta.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa \u201cMulheres brasileiras e g\u00eanero nos espa\u00e7os p\u00fablico e privado\u201d, divulgada em 2010 pela Funda\u00e7\u00e3o Perseu Abramo, uma em cada quatro mulheres sofre algum tipo de viol\u00eancia durante o parto. Por conta do grande n\u00famero de den\u00fancias que tem recebido, o Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal decidiu instaurar nesta semana um inqu\u00e9rito civil p\u00fablico para apurar esses casos.<\/p>\n<p>Segundo o MPF, algumas den\u00fancias \u201cdemonstram o desrespeito\u201d a essas mulheres. Para Ana Cristina, o n\u00famero da pesquisa est\u00e1 subestimado pois muitas mulheres ainda n\u00e3o entendem que foram v\u00edtimas desse tipo de viol\u00eancia. Ela diz que os efeitos da viol\u00eancia obst\u00e9trica s\u00e3o s\u00e9rios e podem causar depress\u00e3o, dificuldade para cuidar do rec\u00e9m-nascido e tamb\u00e9m problemas na sexualidade desta mulher. Os tipos mais comuns de viol\u00eancia, segundo o estudo, s\u00e3o gritos, procedimentos dolorosos sem consentimento ou informa\u00e7\u00e3o, falta de analgesia e at\u00e9 neglig\u00eancia.<\/p>\n<p>A Defensoria P\u00fablica de S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m tem intensificado as a\u00e7\u00f5es para orientar as mulheres e sobre a import\u00e2ncia de denunciar os casos para a Justi\u00e7a, a ouvidoria dos hospitais e os conselhos de classe, como o CRM (Conselho Regional de Medicina).<\/p>\n<p>A free-lancer\u00a0Marina de Oliveira Kater Calabr\u00f3, 36,\u00a0\u00a0conta que sofreu episiotomia no parto dos tr\u00eas filhos e que teve dificuldades na recupera\u00e7\u00e3o dos pontos, principalmente, no parto do ca\u00e7ula, ocorrido no ano passado em um hospital particular de S\u00e3o Paulo. \u201cNa primeira\u00a0gravidez eu realmente n\u00e3o sabia que n\u00e3o era necess\u00e1rio. No terceiro parto,\u00a0\u00a0minha recupera\u00e7\u00e3o da episiotomia foi horr\u00edvel, sofri pacas, demorou muito at\u00e9 eu conseguir andar direito\u201d, lamenta Marina, que fez todos os partos com a mesma m\u00e9dica.<\/p>\n<p>Outros exemplos de viol\u00eancia obst\u00e9trica s\u00e3o a infus\u00e3o intravenosa para acelerar o trabalho de parto (ocitocina sint\u00e9tica), a press\u00e3o sobre a barriga da parturiente para empurrar o beb\u00ea (manobra de Kristeller), o uso rotineiro de lavagem intestinal, retirada dos pelos pubianos (tricotomia) e exame de toque frequente para verificar a dilata\u00e7\u00e3o. S\u00e3o comuns tamb\u00e9m os relatos de \u00a0humilha\u00e7\u00f5es praticados por parte dos profissionais de sa\u00fade que dizem frases como \u201cse voc\u00ea n\u00e3o parar de gritar, eu n\u00e3o vou mais te atender\u201d, \u201cna hora de fazer n\u00e3o gritou\u201d e outras do g\u00eanero.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 considerada viol\u00eancia obst\u00e9trica agendar uma ces\u00e1rea sem a real necessidade, recusar dar bebida ou comida para uma mulher durante o trabalho de parto ou impedir procedimentos simples, como massagens para aliviar a dor e a presen\u00e7a de um acompanhante na hora do parto, que pode ser o marido ou qualquer pessoa da escolha da parturiente.<\/p>\n<p>Segundo os relatos do MPF, muitas m\u00e3es s\u00e3o amarradas e obrigadas a ficar deitadas durante o trabalho de parto quando \u00e9 comprovado cientificamente que, para minimizar os inc\u00f4modos das contra\u00e7\u00f5es, a mulher deve se movimentar e ficar na posi\u00e7\u00e3o que se sente mais confort\u00e1vel para parir. M\u00e3es que s\u00e3o impedidas de ter contato com o beb\u00ea e amament\u00e1-lo logo ap\u00f3s o parto tamb\u00e9m podem denunciar os profissionais de sa\u00fade.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de fiscalizar as entidades de sa\u00fade que est\u00e3o desrespeitando os direitos reprodutivos e sexuais das mulheres, o MPF pretende divulgar a ocorr\u00eancia das pr\u00e1ticas indevidas durante o trabalho de parto, bem como os direitos das parturientes. As procuradoras da Rep\u00fablica Luciana da Costa Pinto e Ana Previtalli, respons\u00e1veis pela instaura\u00e7\u00e3o do inqu\u00e9rito civil p\u00fablico, defendem que as mulheres precisam ser informadas para que possam cobrar dos profissionais que as atendem a assist\u00eancia digna e baseada em evid\u00eancias cient\u00edficas j\u00e1 estabelecida pela OMS. Os casos podem ser denunciados no<a title=\"site do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal\" href=\"http:\/\/cidadao.mpf.mp.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> site do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal.<\/a><\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00d5ES NA JUSTI\u00c7A<\/strong><\/p>\n<p>A advogada Priscila Cavalcanti conta que entrou com v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es na justi\u00e7a por conta dos maus-tratos sofridos por suas clientes. Al\u00e9m de processar o hospital e o profissional de sa\u00fade envolvido, em alguns casos o plano de sa\u00fade tamb\u00e9m \u00e9 inclu\u00eddo na a\u00e7\u00e3o. \u201cUsamos o respaldo de que o m\u00e9dico consta da rede credenciada e deveria ser melhor qualificado ou estar mais a par das evid\u00eancias\u201d, comenta. A advogada, que se especializou nesse tipo de a\u00e7\u00f5es, aconselha as mulheres a tentar reverter o quadro no momento, quando isso \u00e9 poss\u00edvel.<\/p>\n<p>\u201cToda mulher tem direito a um acompanhante da sua escolha na hora do parto, ent\u00e3o, ela deve se informar de seus direitos para exigir na hora do parto\u201d, comenta. Ela ainda aconselha as pacientes a prestar aten\u00e7\u00e3o nos nomes de quem est\u00e1 praticando a viol\u00eancia obst\u00e9trica e, ap\u00f3s a alta, pedir o prontu\u00e1rio da mulher e do beb\u00ea. \u201cDepois, o ideal \u00e9 escrever o relato do que aconteceu, com riqueza de detalhes, e procurar um advogado de confian\u00e7a, para que possam ser tomadas as medidas legais cab\u00edveis\u201d, orienta.<\/p>\n<p>A cidade de Diadema, na Grande SP, foi pioneira ao criar, no ano passado, uma lei contra a viol\u00eancia obst\u00e9trica na rede municipal de sa\u00fade.<\/p>\n<p><strong>RELATOS<\/strong><\/p>\n<p>Apesar do termo viol\u00eancia obst\u00e9trica ser relativamente novo, al\u00e9m de denunciar, muitas m\u00e3es t\u00eam trocado experi\u00eancias e divulgado os casos nas redes sociais para que outras mulheres n\u00e3o passem pelo mesmo sofrimento. Desde mar\u00e7o do ano passado, a fot\u00f3grafa Carla Raiter, 31, coleta hist\u00f3rias e registra imagens de mulheres que foram v\u00edtimas na hora do parto. Com o projeto\u00a0<a title=\"&quot;1:4 Retratos da Viol\u00eancia Obst\u00e9trica&quot;\" href=\"http:\/\/www.carlaraiter.com\/1em4\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u201c1:4 Retratos da Viol\u00eancia Obst\u00e9trica\u201d,<\/a> ela mostra de forma an\u00f4nima o sofrimento dessas mulheres.<\/p>\n<p>Ao receber o relato, ela faz uma tatuagem tempor\u00e1ria que \u00e9 aplicada na pele da mulher que ser\u00e1 fotografada. Confira nas imagens a seguir o que passaram algumas mulheres no momento que deveria ser o mais feliz de suas vidas. E voc\u00ea, j\u00e1 foi v\u00edtima de viol\u00eancia obst\u00e9trica?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Viol\u00eancia obst\u00e9trica<\/h4>\n<div>Carla Raiter &#8211; Fotografia<\/div>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/images\/stories\/2013\/2014\/fevereiro_\/parto1.jpg\" alt=\"parto1\" width=\"286\" height=\"176\" \/><\/div>\n<div>Mulher mostra a cicatriz sofrida durante o parto em uma episiotomia<\/div>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/images\/stories\/2013\/2014\/marco\/parto2.jpg\" alt=\"parto2\" width=\"360\" height=\"226\" \/><\/div>\n<div>Ensaio mostra sofrimento das mulheres no parto; m\u00e3e foi impedida de ter acompanhante<\/div>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/images\/stories\/2013\/2014\/marco\/parto3.jpg\" alt=\"parto3\" width=\"275\" height=\"183\" \/><\/div>\n<div>Relato de m\u00e9dico para tentar impedir parto normal de paciente e indicar ces\u00e1rea<\/div>\n<div><a rel=\"lightbox-gallery noopener\" href=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/images\/stories\/2013\/2014\/marco\/parto4.jpg\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/images\/plg_imagesized\/23786-parto4.jpg\" alt=\"parto4\" \/><\/a><\/div>\n<div>M\u00e3e relata que o nascimento da filha foi um &#8216;calv\u00e1rio&#8217;<\/div>\n<div><a rel=\"lightbox-gallery noopener\" href=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/images\/stories\/2013\/2014\/marco\/parto5.jpg\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/images\/plg_imagesized\/23786-parto5.jpg\" alt=\"parto5\" \/><\/a><\/div>\n<div>M\u00e3e mostra a cicatriz de ces\u00e1rea que foi contra a sua vontade<\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/www.geledes.org.br\/areas-de-atuacao\/questoes-de-genero\/265-generos-em-noticias\/23786-mulheres-denunciam-violencia-obstetrica-saiba-se-voce-foi-vitima\">http:\/\/www.geledes.org.br\/areas-de-atuacao\/questoes-de-genero\/265-generos-em-noticias\/23786-mulheres-denunciam-violencia-obstetrica-saiba-se-voce-foi-vitima<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Categoria:\u00a0G\u00eaneros em Not\u00edcias Publicado em Quinta, 13 Mar\u00e7o 2014 Share on emailComent\u00e1rios do Facebook (\u00a02\u00a0) POR GIOVANNA BALOGH Mulheres s\u00e3o diariamente v\u00edtimas da chamada viol\u00eancia obst\u00e9trica em consult\u00f3rios e hospitais das redes p\u00fablica e privada de sa\u00fade. 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